Prendi-me tanto as palavras que quando elas pararam de
aparecer, já não mais me reconhecia. Comecei a ver o quanto era só. O quanto
não me abria, o quanto era só eu. Por mais que quisesse, não conseguia me abrir
para outros, e quando me abria, só decepções... Perdida estou agora, esperando
a volta das palavras, a volta de todos os meus eu’s inconscientes. Eles sim me
fazem feliz.
(Cora Leopoldina)
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